"...O guerreiro abre os olhos e está deitado no chão de uma planície.
Uma bandeira rasgada balança ao vento e mostra-lhe que a batalha acabou.
Nesse momento nada pensa e limita-se a perceber que está vivo pelo simples fato de sentir os olhos abrirem.
Está sozinho e tenta arrastar-se de volta para casa...
Restando nada mais do que um indivíduo e a sua espada sagrada.
Nesse momento percebe que tanto tempo de dedicação e entrega à causa apenas geraram ao outro lado uma força equivalente que lhe permitisse testar os seus métodos e toda a intensidade de energia que tinha ali colocado.
O guerreiro agradece aos seus deuses por lhe terem mostrado tal efeito dos seus atos.
A energia num certo movimento e intenção criou tudo aquilo de que hoje se arrependia.
Nada mais simples do que a intenção em que vibrava o seu coração podia gerar tamanha devastação em sua alma.
A partir desse dia, o guerreiro nunca mais usou armadura ou proteções.
E mesmo a sua espada apenas ficou com ele como companheira e símbolo de toda a sua aprendizagem."
* * * * *
olá querida.
ResponderExcluirgostamos muito do texto. nos faz pensar em muitas atitudes que tomamos e nos arrependemos depois. o bom de toda guerra é que há a possibilidade de reconstrução depois. não há nada que não possa ser reerguido com mais força e dedicação ainda.
sentimos falta da tua amizade e doçura. mesmo distante estamos sempre torcendo por vc.
saudade.
Lú e Cris
Mtu legal teu blog sora! Li o texto e lembrei do dia ki tu chegou na sala e disse ki naum tinha força pra da aula ki tinha saído de uma batalha e ki precisava da ajuda da turma na aula. Po, sora nunka vi isso, todo mundo paro a bagunça e a aula foi tri.Lembro da sinhora triste sorrindo pra nós na maior paciencia de explica a materia. Tu é uma sora diferenti. Mtu special pra nos.
ResponderExcluirVcs sim, são realmente especiais!
ResponderExcluirEu simplesmente retribuo o carinho e a atenção que vcs me oferecem!
Obrigada, querido!