Vem confundir a minha pressa, refrescar minha retina!
Faz tropeçar a altivez, emoldura a solidez do singelo.
E chova, alaga-me, afoga o que não é eterno, fertiliza minha verdade.
Tritura a vaidade, que me condena ao não.
E me faça voar num vento quente e azul.
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